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Tuesday, January 6, 2009

Dissecar o número de série do Mac

Posted by Mac² on 31 de Dezembro de 2008

A última Newsletter (Tech Tails) do Small Dog Electronics relembrou-me que o número de série dos Mac (ou de qualquer hardware Apple) revelam uma série de informação sobre a máquina.

Isto porque esses números têm construção deliberada: os dois primeiros caracteres referem o local de construção da máquina; o terceiro indica o ano; o quarto e quinto qual a semana de produção. O restante refere o modelo do computador.

Imaginem que o número da vossa máquina é W88231FMYK0. W8 é a fábrica de Shangai, na China. 8 indica o ano de 2008. 23 refere o número da semana do ano (em Junho).

E se quiserem saber mais, podem sempre usar o Chipmunk decoder, que vos dará resultados deste género:

Serial number: W88231FMYK0

Name: MacBook Pro (Early 2008)

Model: Mxxxx MacBook Pro 2.5GHz

Bus speed: 800MHz

Screen size: 15 inch

Memory - number of slots: 2

Factory: W8 (Shanghai China)

URL: Technical specifications by apple-history.com code_to_number: 1FM - CK409J3RQVH

Model introduced: 2008

Production year: 2008

Production week: 23 (June)

Production number: 1687 (within this week)

Ah, e já que estamos numa de números, boas saídas de 2008 e melhores entradas em 2009. :)

Comprei o MacJournal… moleskine digital

Posted by Mac² on 18 de Dezembro de 2008

Acabei de comprar o MacJournal, da Mariner Software. Isto porque preciso de um notebook — imaginem um Moleskine digital — onde organizar a minha agenda (não me entendo com o iCal), textos variados (aulas, reuniões, leituras, notas) e fazer brainstormings via escrita. Colocar e aceder a esses variados dados com rapidez.

Antes de chegar ao MacJournal tentei muitas outras aplicações:

  • O TaskPaper é óptimo para listagem de tarefas, mas peca pela falta de funcionalidades ao nível textual. Não é o mais indicado para o que queria, apesar de continuar a ser essencial na elaboração de textos escritos: é lá que despejo as alterações a fazer e as informações a acrescentar posteriormente.

  • O VoodooPad fica complicado de utilizar quando temos muitas entradas: o painel lateral parece uma listagem assustadora de feeds por ler. Ficar assustada não é o que quero quando abro uma aplicação que, supostamente, tem como objectivo ajudar na organização dos meus dias e mioleira.

  • O DEVONthink Pro é um excelente organizador de dados (em especial em pesquisa intensiva), mas pouco prático nas tarefas, calendarização, etc. Talvez isso mude com a v. 2 que irá sair antes do fim do ano — contudo, calculo que essa nunca será a sua verdadeira função. (Nota extra: a versão 2 beta saiu agora mesmo.)

  • O Together é extremamente prático na recolha de informação da net, e é para isso que o uso (tipo DEVONthink para uso diário, em pesquisa não intensiva; aliás, muitos dos dados recolhidos passam depois para o DEVONthink). Mas sempre que tentei escrever dentro da aplicação… bah.

  • O Scrivener quase que me encheu as medidas (também) neste aspecto. Contudo, talvez pelo uso que lhe dou, normalmente em escrita de trabalhos científicos (artigos, relatórios, tese, mais relatórios…), acabei por não gostar de organizar a minha vida por lá. Mas foi o que esteve mais próximo de me contentar.

  • O OmniOutliner é excelente no que faz — outliners — e uso-o muito na preparação de aulas e fichas de leitura, mas é pouco maleável para as demais funções que procurava.

  • Os NoteBook / Notetaker têm as capacidades perfeitas para o que queria… Não fosse o malfadado UI! O formato de livro num computador não resulta. Pelo menos não comigo. Fico irritada com o passar de folhas e com o tempo que demoro a encontrar as informações.

[Nota: Não tentei o Mori, cujo desenvolvimento anda a caracol de corrida, nem o Journler, que, segundo consta, também anda parado.]

MacJournal.app

MacJournal Screenshot

Finalmente resolvi tentar o MacJournal. De início não pensei nele, porque o associava à escrita de um diário. Foi uma agradável surpresa. Apesar de andar a utilizá-lo apenas há alguns dias (e a minha experiência estar, por conseguinte, ainda no início), tem a maioria das capacidades de que eu necessitava, e bastante bem implementadas. Assim, para lá das capacidades de blogging (que usarei raramente, pois sou uma utilizadora hardcore do MarsEdit), tenho gostado em particular:

  • Da forma como podemos fazer a gestão de tarefas mediante utilização de listagens com checkboxes.

  • MacJournal checkbox

  • Da escrita em full screen (tal como o Scrivener ou o WriteRoom).

  • MacJournal Full Screen

  • Do calendário no fundo da janela.

  • MacJournal Calendar

  • Da exportação de ficheiros para email, html (podemos colocar os nossos próprios estilos), rtf, pdf, etc.

  • MacJournal - html format

  • Da possibilidade de gravação aúdio. Muito prática para registar, rapidamente, ideias.

  • MacJournal Recording

  • Da capacidade de ligar texto com outras entradas do MacJournal (tipo wiki), com URLs e com ficheiros externos à aplicação.

Não é, contudo, perfeita e há aspectos que eu gostaria de ver melhorados:

  • Um maior controlo da exportação em html; nomeadamente retirando a data, a hora e o tópico que são automaticamente incluídos (actualmente faço isto abrindo o ficheiro html no Smultron).

  • A exportação para PDF com permanência das ligações URL.

  • Ter a função wiki a funcionar automaticamente, sem ser necessário criar manualmente as ligações (é suposto ser uma capacidade já existente no MacJournal, mas que não funciona pelo menos no meu sistema).

  • Possibilidade de alterar o formato das horas para 24 em vez de 12/12.

  • Mudar a cor dos ícones das pastas (actualmente são todas um livrinho azul, ou púrpura no caso de smart folders).

E, sim, já estou a preparar um texto para enviar ao programador com perguntas e sugestões.

A minha conclusão por agora é que o MacJournal é uma aplicação madura, maleável e muito prática. Mas, tão bom quanto isso, é a sua possibilidade de progressão. Se a avaliar agora, dar-lhe-ia 4 estrelas em 5. De todas as aplicações que testei foi a melhor se comportou na função de moleskine digital.

Segurança e vírus no Mac — outra vez

Posted by Mac² on 5 de Dezembro de 2008

Nos últimos dias correram notícias sobre um artigo lançado pela Apple no qual a empresa hipoteticamente fazia a apologia da instalação de um (ou mais) anti-vírus nos Macs. Esta lebre revelou-se de rápida corrida, mas de pouca distância (como quase todas as lebres, aliás).

Há poucos blogues e bloguistas a quem eu reconheço efectivas capacidades para falar deste assunto. Um deles é o Rich Mogull que escreve para a TidBits:

Thus I’d like to reiterate our previous advice:

Everyone should use an email service that filters spam, viruses, and other malicious software (such as MobileMe, Hotmail, Yahoo! Mail, or Google Mail).

Enterprise users often need to install antivirus software to comply with corporate policies and avoid being a vector to infect their Windows-based coworkers. Any of the major antivirus solutions work well, and you should work with your corporate IT department to determine what to install.

If you visit risky sites (adult, gambling, and file sharing sites are the major ones) and download software from them, you should consider installing antivirus software. Of the two major pieces of malicious software we’ve seen this year, one disguised itself as a plug-in to view adult videos, the other as a poker program.

If you are running Windows on your Mac, via Boot Camp or a virtualization tool like VMware Fusion or Parallels Desktop, you still need to install Windows-based antivirus software to protect your Windows installation.

Generally, other Mac users don’t need to install antivirus software at this time, but I advise you to stay abreast of security news in TidBITS, just in case the situation does change. Email filtering will likely protect you if there is some sort of sudden outbreak, but it’s entirely possible that Macs could become a more common target in the future.

Já falei deste assunto em:

Afinal, precisamos de usar antivírus ou não?

2+1 = procrastinação no iPod Touch e no Mac

Posted by Mac² on 9 de Novembro de 2008

Eu até nem sou extraordinariamente dada a jogos. Longe vão os tempos em que passava horas em volta do Phantasmagoria da Sierra. Isto lá para o ano de 1985 ou 1986 1995 ou 1996, quando a Tina Turner já era há muito cantora mainstream e a Madonna ainda aparecia regularmente no Top musical.

Saqqarah ScreenshotNo Mac até hoje apenas fui verdadeiramente viciada no Peggle. Isto até ter descoberto o Saqqarah, um jogo com gráficos e música fora de série (mesmo, mesmo fabulosos), supostamente passado no Antigo Egipto. O Saqqarah funciona como o Bejeweled, mas para melhor: o nosso objectivo é reunir pedras da mesma cor para progredir nos níveis. Estes são mais de 500, garantindo entretenimento por muito tempo. O jogo existe também em versão Windows.

Para quem é mais dado a jogos tipo Luxor, os mesmos programadores (a Codeminion) têm outro jogo muito interessante chamado Stoneloops of Jurassica (outro vício cá em casa, mas não meu).

Já no iPod Touch normalmente limito-se a descarregar alguns jogos de borla para o António jogar quando estamos em qualquer sítio que dê azo a esperas (e maçadas) intermináveis. Contudo, resolvi comprar recentemente dois jogos a 79 cêntimos que, apesar de totalmente diferentes, me têm dado igual gozo.

Quartz 2 Deluxe screenshotO primeiro, o Quartz 2 Deluxe (existe também uma versão ‘lite’, gratuita), é uma espécies de Tetris avançado. As funções ‘touch’ são demasiado sensíveis pelo que ainda me estou a habituar, mas a coisa com prática vai lá. Gosto em particular da simplicidade aparente que, a pouco e pouco, se vai tornando desafiadora pela rapidez em que surgem novas peças e pelas peças obstáculo. Existem, aliás, vários estilo de jogo (standard, timed e puzzle) que o tornam maleável e, consequentemente, mais aliciante. Em preço especial esta semana de lançamento (depois passa para os 2-3 euros) trata-se de um jogo desenvolvido pela Elements Interactive Mobile e está também disponível em muitas outras plataformas móveis e de desktop (Sony Ericsson, Symbian, Linux, Windows, entre outras).

O segundo, The Stone of Destiny, desenvolvido por Artur Ostapenko, é o primeiro jogo de objectos escondidos disponível para a plataforma iPhone / iPod Touch. A trama do mistério decorre em estilo BD, em que andamos de local em local a recolher objectos essenciais para a resolução do ‘mistério da pedra do destino’. O esquema dos ‘objectos escondidos’ funciona bem graças à função zoom disponível em cada nível e, ao contrário do que seria de esperar, este tipo de jogo parece ter bastante potencial na plataforma, em especial porque há um número infindável de jogos do género para Mac que, com alguma facilidade, podem ser transpostos para o iPhone.

Stone of Destiny screenshot

Se tem vontade de procrastinar, aqui seguem, então, algumas ideias. :)

E depois queixam-se…

Posted by Mac² on 31 de Outubro de 2008

… que os jornais e as revistas andam em crise. E, claro, acusam os blogues de serem uma das principais causas.

Pois é, não admira. Vejam lá a série de asneiradas apanhadas pelo Spinning BeachBall na Revista Sábado.

Eduroam: às vezes a minha universidade irrita-me

Posted by Mac² on 17 de Outubro de 2008

O acesso à eduroam (wireless) é uma chatice. Porquê? Porque o pessoal da minha universidade — a UAlg — só complica.

Por exemplo:

1) O tutorial de acesso para Macintosh foi fornecido muito tardiamente; à altura já muitas outras universidades o tinham feito. Um ano depois, ainda só disponibilizam o tutorial para o Mac OS Tiger. Entretanto, no mundo real, nós já vamos no Leopard update 5. Note-se que, no meu caso, em 2006 (Tiger) e, depois, este ano (quando saiu o Leopard), só após muitas marteladas com a cabeça, e algum apoio do técnico de informática da faculdade (não da universidade), cheguei a bom termo no estabelecimento estável da ligação wireless.

2) O acesso via iPhone/iPod Touch, cujo tutorial (para não variar) já está disponível em muitas outras universidades, teima em aparecer na UAlg. Infelizmente, por mais voltas que eu dê não me consigo safar sem certificar a ligação; coisa que, infelizmente, não consigo fazer. Oficialmente a resposta é que está em desenvolvimento e que não me podem ajudar de momento.

Isto é coisa que não percebo. Mesmo quando se queixam de falta de pessoal (o que entendo até certo ponto), não há justificação para tão longos atrasos. (Aliás, que me conste a Universidade de Trás-os-Montes também não anda a nadar em efectivos; nem a de Coimbra. O Técnico ainda vá lá.) Em especial quando existem dois cursos de licenciatura em informática. E quando seria apenas ver o que os outros já fizeram.

Ora bolas!

Os sons melodiosos de um Mac

Posted by Mac² on 29 de Setembro de 2008

Lembram-se dos sons de erro? Ou de chegada de mensagem ao Mail.app? Pois. Às vezes são irritantes, eu sei. Outras vezes, quando levados ao extremo, podem ser supreendentemente melodiosos. A invenção (composição) é do Mike Solomon, do blogue The Cleverest. Criado no GarageBand apenas. :)

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