Isto porque esses números têm construção deliberada: os dois primeiros caracteres referem o local de construção da máquina; o terceiro indica o ano; o quarto e quinto qual a semana de produção. O restante refere o modelo do computador.
Imaginem que o número da vossa máquina é W88231FMYK0. W8 é a fábrica de Shangai, na China. 8 indica o ano de 2008. 23 refere o número da semana do ano (em Junho).
E se quiserem saber mais, podem sempre usar o Chipmunk decoder, que vos dará resultados deste género:
Todas as extensões de browsers que bloqueiam anúncios — em especial aqueles irritantes com sons e movimentos. (Uma praga digna de pertencer ao dia do apocalipse.)
Infelizmente o NetNewsWire não tem nenhum. Julgo que deverei repensar a forma como vejo os meus feeds (tipo abrir as páginas no Firefox e não no NNW).
Adenda: Não há bloqueador para o browser do NNW, mas há pelo menos três estilos para ver feeds que bloqueiam grande parte dos anúncios: o bullit, o feedlight (com três versões) e o readlight. (Eheheh!)
Resultado: página barrada a qualquer browser que não o Internet Explorer ou Netscape (para quem ainda não sabe o Netscape foi descontinuado há alguns meses).
Outro resultado ainda, em jeito de conclusão: das duas uma, ou o pessoal do projecto (ou do governo) anda vendido à Microsoft, ou aquilo é gerido por um grupo de incompetentes. Dado o benefício da dúvida, mandei-lhes um email a pedir esclarecimentos. Logo digo se receber alguma resposta (coisa que duvido, mas nunca se sabe…).
Para contornar a situação:
No Safari: Ir a Preferences > Advanced > Seleccionar ‘Show Development menu in menu bar’. Depois, nesse menu, ir ao ‘User Agent’ e escolher um dos Internet Explorer disponíveis.
No Firefox: Descarregar o add-on User Agent Switcher. Depois de instalado, ir ao menu ‘Tools’ > User Agent Switcher e, mais uma vez, escolher o dito Internet Explorer.
Haja paciência!
Nota extra: Calculo que existe algo de semelhante para o Opera, ou outros browsers. Quem o conhecer por favor deixe a informação nos comentários.
Actualização: Já tem acesso aberto aos vários browsers. Ver aqui.
Há algumas aplicações que valem o preço pela utilidade das suas funções. Trabalham quase sem darmos por isso, e aquilo que nos demoraria vários minutos por dia a fazer em sequências de gestos mecanizados torna-se numa tarefa fluída de 1 ou 2 segundos apenas.
No meu computador há 5 ou 6 aplicações que considero essenciais e que automaticamente sinto a falta se não as tenho. Uma delas é o Default Folder X da St. Clair Software.
Este é um programa que já existe há muitos anos, tendo sido vencedor de várias distinções e prémios.
O Default Folder essencialmente salva e abre as nossas pastas instantaneamente, tornando as funções de ‘Salvar’ e ‘Abrir’ (quantas vezes as usam por dia?) muito mais rápidas e eficientes. Podemos também personalizar teclas de atalho para as pastas favoritas, e os menus de navegação na janela do ‘Finder’ permitem uma navegação rápida por todo o sistema. Excelente para o nosso ‘workflow’.
Bom… isto tudo para dizer que esta aplicação está em promoção hoje no MacUpdate: em vez dos 35$ da praxe, paga-se apenas 20$ (cerca de 16 euros mais taxas). É, sem dúvida, de aproveitar (e não, não tenho nenhum interesse monetário nesta promoção, apenas acho que a aplicação é de extrema utilidade).
Deixo aqui o video de demonstração do Default Folder X feito pela Macworld: [feeds: vídeo inserido]
Chegaram-me hoje boas notícias do Mac Tricks And Tips. O meu comentário sobre como usar o SugarSync resultou num prémio: acesso ao plano 30GB durante um ano!
De há uns meses para cá que os meus backups online se dividem entre a Amazon S3 (neste momento utilizada apenas para disponibilização do TriploExpresso), o Mozy (versão gratuíta de 2GB) e o SugarSync.
Já aqui falei dos dois primeiros, mas não mencionei ainda que a minha escolha final como sistema de backup total tinha recaído no SugarSync. Porquê? Porque permite o backup (sincronização em background) automática de ficheiros/pastas no servidor e entre computadores. Ou seja, basta instalar e preguiçar que o backup não depende de nós. Claro que também podemos fazer backups manuais, mas isso quase todos os sistemas fazem.
Outros aspectos positivos:
- preço acessível por mês (eu tinha a conta de 10GB com pagamentos mensais de 2.49$)
- hipótese de agregar vários computadores à conta (o Mozy só permite um por conta; neste caso tenho 3 computadores a sincronizar pastas com o servidor SugarSync e entre si)
- a possibilidade de aceder muito facilmente à minha página online onde posso visualizar imagens e ficheiros (tanto em Mac como em PC; as pastas podem ser partilhadas)
- os backups estão encriptados com 128-bit AES e armazenados em duas localizações geo-redundantes
Se eu já gostava do SugarSync, agora — depois do prémio com upgrade para 30GB — ainda mais. Aconselho que o testem durante 45 dias (10GB) e tirem as vossas conclusões. Não é à toa que o Mossberg e o Pogue o recomendam.
Ah… e funciona com o iPod Touch (e com o mano mais caro: o iPhone).
Bom, sou arqueóloga e professora. Nas horas vagas, mac geek com uma perninha no mundo dos podcasts (TriploExpresso). Não se deixem enganar pelo nome do blogue, pois os temas que por aqui pululam são mais vastos: escrevo sobre a apetitosa maçã, sim, mas não me coibo de falar de política, cinema e tudo o que mais me apetecer. É essa a essência de um blogue pessoal. (Há mais informações na página Sobre... e podem usar a de Contacto para me mandarem uma mensagem.)